O Quadro Comum Europeu conhecido em inglês por Common European Framework [CEF] é o documento que fornece uma base comum para a elaboração de cursos de idiomas, grade curricular, exames, livros, etc em praticamente todo o mundo. Elaborado por linguistas e renomados especialistas na área de ensino de idiomas, este documento estabelece padrões claros e simples a serem alcançados durante o aprendizado de uma língua.

A seriedade e competência com as quais foi elaborado servem de base para a produção de livros publicados por editoras como Pearson Longman, Oxford University Press, MacMillan, Cengage Heinle, Cambridge University Press entre tantas outras. Além das grandes editoras, os mais reconhecidos exames internacionais como TOEIC, TOEFL, CPE, CAE, FCE, IELTS [todos para língua inglesa], DELE [para o espanhol], DELF/DALF [para o francês], KDS [para o alemão], CELIS/CILS [para o italiano] e ainda outros equiparam suas pontuações com os níveis do Quadro Comum Europeu.

Ao tomar o Quadro Comum Europeu como referência as escolas de idiomas e editoras mostram com clareza os seus objetivos pedagógicos de ensino de uma língua. No Brasil, infelizmente, este documento padrão não é muito divulgado e conhecido. Desta forma os alunos não têm como avaliar o que aprendem com aquilo que o mundo espera deles em termos de conhecimentos de uma segunda língua.

Para Denilso de Lima, palestrante e autor de livros na área de ensino de língua inglesa, "as franquias de idiomas no Brasil, que se preocupam com o real desenvolvimento de seus alunos, deveriam equiparar seus materiais e níveis ao CEF. Afinal, esta equiparação apenas beneficia o público brasileiro que já está cansado de estudar, estudar e estudar sem saber o que realmente está aprendendo". Ele ainda acrescenta que "ao terem conhecimento sobre o CEF, os alunos, pais e responsáveis têm uma ferramenta poderosa de cobrança caso algo no ensino saia dos trilhos. Ou seja, caso o produto não seja entregue da forma como descrito, o cliente saberá muito bem o que está faltando e o que deve exigir".

Na rede de ensino de idiomas inFlux a equiparação foi realizada há pouco tempo e agradou não apenas alunos, pais e professores, mas também os franqueados. Guilherme Trevisan, franqueado da unidade inFlux Portão em Curitiba nos conta que ao saber da implantação do CEF na rede soube de imediato que isto traria maior credibilidade ao ensino oferecido pela rede. "Já que preparamos nossos alunos de inglês para alcançarem uma excelente pontuação no TOEIC ao final do curso nada mais justo do que realizarmos esta equiparação com o CEF", acrescenta ele.

"Nosso principal objetivo em utilizar este documento na inFlux é mostrar ao público que esta é uma escola de qualidade de ensino absoluta e também uma escola transparente. Já que ao saberem sobre o CEF os alunos conseguem identificar claramente em que situações serão capazes de se comunicar ao estudar em cada livro [nível] inFlux. Além disto, os alunos poderão também cobrar com mais firmeza e certeza o aprendizado que recebem em nossas unidades", nos conta Ricardo Leal, diretor-presidente da inFlux Franchising.

Certamente, outras grandes redes de ensino de idiomas em breve seguirão a ideia de divulgar o que realmente é ensinado ao longo de seus cursos. O uso do Quadro Comum Europeu traz não apenas credibilidade para a rede de ensino, mas também uma oportunidade para que pais e alunos possam verificar o que deve estar acontecendo ao longo do curso. Enfim, trata-se de uma forma de todos saberem exatamente o que está [ou deve estar] sendo realizado em cada nível de ensino/aprendizado.

Para conhecer mais sobre o Quadro Comum Europeu e a equiparação dos níveis de ensino da inFlux com este documento, basta clicar aqui.